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Pós-Congresso

2 Jun


Depois de 18 horas de viagem, estou de volta à “terrinha”.
Tenho que admitir que até que não foi tão horrível assim. A minha primeira experiência com apresentações em GTs foi menos pior do que eu imaginava (acho que isso deixou-me mais “feliz” diante de tanto apavoramento). 😛 O pessoal do meu grupo apresentou trabalhos bem interessantes, o que gerou uma discussão legal sobre fatos provenientes da cibercultura.

O mais legal foi ouvir a primeira pergunta após a apresentação (que era a pergunta de muitos ali dentro): “eu gostaria de saber… O que tu és da Raquel?”.
Foi ótimo. ¬¬
Segundo a Suely (minha orientadora), eu tenho que me casar bem rápido para mudar o meu sobrenome (acho que isso foi “pilha da Raquel, tenho certeza).

Enfim, mais informações sobre o congresso no blog do pessoal da ECOS/UCPel. Eles fizeram a cobertura completa do evento (que por sinal está bem legal). 🙂

INTERCOM SUL

26 May

Quarta-feira estou indo rumo ao Intercom Sul que será realizado em Guarapuava, no Paraná.

Apesar de já ter uma certa experiência em apresentações de artigos (devido à Iniciação Científica), confesso que estou medianamente nervosa (…ok…bastante, “quase muito nervosa”), pois este será o meu primeiro artigo como MESTRANDA. :/ Isso significa que eu não fico mais no Iniciacom (o qual eu participei por 3 anos). 🙁 A partir de agora é o INOVCOM, ao qual eu estarei junto com doutores, doutorandos, mestres, mestrandos e outros profissionais da área @.@.

Meu trabalho se chama “O capital social na construção de ciberidentidades no Second Life”. Ele tenta compreender como se dão as construções de novas formas de apresentação do sujeito dentro do ciberespaço com base em valores sociais. Foca o software Second Life (SL) e busca entender como o capital social, proveniente da interação entre os usuários do SL, influencia na apresentação do indivíduo na sociedade virtual (tanto na forma física como mental).

Bom, eu fiz uma etnografia virtual (que por sinal é bem divertida, porém, trabalhosa de ser feita), utilizando ferramentas para a compreensão e caracterização dos novos sujeitos que fazem parte do ciberespaço. Depois eu tentei propor (é…digamos que aqui eu me arrisquei um pouquinho), uma classificação dos avatares do SL referente à finalidade e a ambição do sujeito que nele atua. Assim, tentei caracterizar o SL como uma peça original de grande importância na construção de possíveis “novos fragmentos identitários” sócio-virtuais com base nos valores preconizados pelos seus usuários. Bom, foi isso! Agora volto ao estudos (para variar, estou atrasada). 🙁