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Social Network Games e o Vício

25 Jan

Aí está a  entrevista que forneci ao EDITORIAL J do Laboratório convergente do curso de Jornalismo da Famecos/PUCRS. =)
Nela abordo sobre os social games e o vício que causa em seus usuários.

1) EDITORIAL J:   Quando a vontade de jogar vira vício?

REBECA REBS: O jogo pode ser encarado como vício quando o sujeito passa a colocá-lo como sendo uma das atividades essenciais e necessárias do seu cotidiano. Penso que quando este vício é regrado e se reconhece os seus limites, o vício em games enquadra-se na mesma categoria de vícios em outras formas de diversão ou de esporte. Quando passamos a deixar de lado certas atividades necessárias do dia-a-dia em troca dos jogos, encarando o game como sendo mais importante do que elas, penso que este vício atinge o um estágio negativo. Por exemplo, existem casos de pessoas que deixam de trabalhar, de dormir e até mesmo de comer para passar mais tempo no jogo e, consequentemente, evoluir mais rápido no game. Nestes casos penso que a diversão passa a ser um vício destrutivo, ou seja: o jogo passa a nos prejudicar (ainda que não consigamos perceber isto de forma clara em um primeiro momento).

2)    EDITORIAL J: Quais são os principais elementos capazes de prender a atenção do jogador?

REBECA REBS: Além do aplicativo ser uma forma de entretenimento, primeiramente o próprio design atraente, colorido e com a presença de uma grande quantidade de itens virtuais à disposição do jogador, funciona como um atrativo que convida ao sujeito para uma participação e uma personalização interessante do jogo. Outro ponto é a facilidade de acesso ao game. O jogador consegue acessar o aplicativo em diferentes suportes necessitando apenas de alguns “cliques” para realizar suas tarefas no game. Ainda há a simplicidade dos social games  que oferecem poucas dificuldades para o entendimento de suas regras (que são consideradas bastante simples). Há ainda o baixo tempo de dedicação que faz com que o game possa ser jogado várias vezes ao dia e em pequenos intervalos de tempo. Outra questão bastante forte que chama a atenção do jogador é a possibilidade de interação com os amigos de seu próprio site de redes sociais (ou seja, interação com os seus conhecidos). Estas interações também irão gerar certa “obrigação social”, ou seja, os jogadores possuem uma série de comportamentos esperados pelo grupo (como responder aos pedidos de ajuda, enviar gifts, etc.) e isso faz com que o jogador sinta-se responsável também pela evolução de seu amigo no jogo. Por fim, outro fator fundamental para chamar a atenção de um número cada vez maior de jogadores para os social network games é a existência do mecanismo de dependência social que faz com que o jogador dependa de outros para poder evoluir. Assim, há o constante envio de convites para que seus amigos passem a fazer parte da comunidade do jogo, funcionando como uma forma de propaganda gratuita para o game.

3)    EDITORIAL J: Existe algum mecanismo infalível para transformar a diversão em vício?

REBECA REBS: Esta questão está bastante associada à anterior. Veja bem, algo que chama a atenção dos jogadores normalmente é algo bom e que, consequentemente, poderá tornar-se um vício. Penso que há a associação de vários mecanismos estruturais que são muito bem explorados por estes social network games tornando-os “irresistíveis” ao ponto de tornarem os social games um verdadeiro vício para seus jogadores. O primeiro deles é o mecanismo de competição, Este fator estimula os jogadores a voltarem sempre ao game. Por mais que os social network games sejam jogos em continuidade (e aparentemente sem fim), os jogadores insistem em jogar, em cumprir as tarefas e continuar a ultrapassar todas as etapas que são postas no seu caminho pelo game que está sempre inovando. O mecanismo de esforço e recompensa também é fundamental para a transformação destes jogos em vício. O fato de esforçar-se, de “perder” certo tempo plantando tomates (por exemplo) e, ao final disso ser recompensado com um ítem virtual diferente e valorizado pelo grupo de jogadores funciona como um estimulante. Há também um mecanismo  de dependência que gera certa obrigação ao jogador a voltar ao social game. Por exemplo: em determinados intervalos de tempo, ele necessita voltar ao jogo para colher suas plantações, caso contrário elas irão apodrecer. Assim, o jogador não quer que isto aconteça e passa a seguir o tempo estipulado pelo game para retornar pontualmente ao jogo. Por fim, ofato do jogo estar atrelado ao site de redes sociais, faz com que as pessoas sempre que entrarem nesta plataforma lembrem e sejam “chamadas” ao jogo, pois há convites de amigos, há mensagens de novidades do jogo convidando-as para voltar a se engajar neste mundo dos social games.

4)    EDITORIAL J: O gasto de dinheiro real é uma manifestação de vício?

REBECA REBS: Acho que depende. Do mesmo modo que gastamos comprando certos jogos de videogame ou recursos para estes, o gasto de dinheiro concreto em social games pode indicar a vontade de ter acesso a elementos que não seriam possíveis sem este recurso. Ou seja, seria um gasto em “diversão” e não necessariamente a manifestação de um vício. É como um desejo de consumo que para ser realizado, necessita do investimento de recursos financeiros. No entanto, acho que esta ação pode se tornar um vício no momento em que há o gasto de dinheiro concreto além do que o sujeito possui, indicando certa dependência psicológica ao jogo.

5)    EDITORIAL J: Qual a importância do relacionamento com os demais jogadores em um jogo? E do vínculo com os amigos das redes sociais?

REBECA REBS: Nos social network games esse relacionamento é um dos segredos do seu sucesso. Dentro do jogo, as interações entre jogadores se mostram a partir de ações esperadas pelos jogadores. Seriam como certas regras de comportamento, ou seja: se você faz parte do jogo, deve agir como o grupo social do jogo age. Assim, se eu vou lhe ajudar na colheita de seus tomates em sua fazenda, você também deveria retribuir. Do mesmo modo, como já apontei anteriormente, o jogo estimula o convite de novos amigos para participarem, pois somente tendo mais “vizinhos”, mais “colegas” ou mais “parceiros”, o jogador poderá adquirir itens diferenciados ou até mesmo passar de determinadas etapas oferecidas pelo jogo. Isso dá uma grande visibilidade ao social network game que passa a ser difundido pela rede muito rapidamente. O fato de ser jogado entre amigos (conhecidos) é outro fator interessante destes jogos (como já apontei). Jogar com o seu namorado, com suas melhores amigas, suas tias ou pessoas que você não tem um laço social tão forte parece estimular esta interação e alimentar as dinâmicas sociais  da competição e da cooperação.

6)    EDITORIAL J: Quais são os cinco games mais viciantes que você já jogou? Por quê?

REBECA REBS: Agora no momento eu não consigo lembrar exatamente quais foram os jogos mais viciantes que já joguei. Porém acredito que a eles eram e tornavam-se viciantes exatamente por possuirem boa parte das características que apontei anteriormente. Acredito que é trabalhando estas características de forma adequada e observando as apropriações sociais que os próprios jogadores fazem COM e NOS games é que as empresas conseguirão entender o seu público e, assim, ter sucesso com estes aplicativos voltados para o entretenimento.

 

Infográfico: The Neurology of Gaming

15 Mar

Encontrei este infográfico sobre as ações que o ato de jogar causa nas pessoas. Achei bem interessante não apenas pelo fato de que minhas pesquisas trabalham com questões psicológicas dos jogadores de social network games, como também pelos supostos (e discutíveis) dados dos efeitos positivos e negativos dos jogos na vida da gente. Vale dar uma olhada. 🙂

Por que os social games dão certo?

26 Jul

Engana-se quem pensa que os joguinhos sociais estão com seus dias contados. Diversas empresas continuam investindo pesado neste ramo que (sim!) dá lucro e atrai um público gigantesco (vide aquiaquiaquiaqui e aqui).

Colheita Feliz e Mini Fazenda no Orkut; FarmVille, CityVille e Empire & Allies no Facebook; e  os “talvez futuros novos” social games do Google+ (de acordo com estas informações aquiaqui e aqui) mostram que estes joguinhos estão em ênfase, principalmente para estas grandes empresas.  Mas o que estes joguinhos têm em comum que é capaz de fazer com que empresas acreditem em seu poder de direcionamento de multidões para dentro de seus aplicativos situados nos sites de redes sociais?

Ainda que tenha uma boa parcela de gente que odeia estes joguinhos (pela quantidade de informações  – spams – que são disseminados nas atualizações do site de redes sociais), penso que uma série de características  permite chegarmos à conclusão do motivo que faz com que estes jogos deem certo, garantindo uma vida ainda muito longa para estes aplicativos.  Assim, logo abaixo, relato estas características que (ao meu ver) fazem com que estes jogos deem certo. 🙂

Obs: É importante enfatizar que uma característica está vinculada a outra (não atuando de formas isoladas), assinalando o conjunto delas como sendo o que considero realmente responsável pelo sucesso dos social games.

 

* Social games enfatizam a interação social com os “amigos”. A interação social por si, já é uma característica de qualquer jogo social. Entretanto, o elemento “jogar com os amigos” (seja por meio da ajuda ou contra eles) é um dos principais estimuladores dos SG. A diversão passa a ser compartilhada pelos laços sociais do sujeito, ou seja, a interação (normalmente) não se dá com pessoas desconhecidas. Isso sugere com que o usuário do SG já tenha algum tipo de vínculo com os outros jogadores (principalmente pelo fato de já tê-los adicionado anteriormente a sua rede social).

Laços sociais fortes se caracterizam por possuírem mais troca de conteúdo nas interações sociais (o que realmente acontece em boa parte dos SG, principalmente diante dos pedidos de ajuda). Entretanto, não devemos deixar de levar em conta que os “amigos” das redes sociais (e nos próprios jogos) nem sempre são vinculados aos nossos “laços fortes”, o que não conclui que não venham a ser desenvolvidas relações com maior intimidade futuramente devido ações provenientes destes SG. Ainda assim, a interação com os amigos é um fator forte e relevante para que estes jogos deem certo.

 

* Social games permitem com que os outros saibam o que você está fazendo. Desse modo, é possível que você veja como o seu “amigo” está no jogo: sua classificação, sua propriedade, suas “jogadas” e suas conquistas. Isto é visualizado não apenas pelo ranking do game, como pelas vitórias publicadas nos feeds de notícias dos sites que dão suporte ao game. Esta característica promove a competição, pois faz com que os jogadores continuem seu jogo. Há a busca (como em qualquer outro jogo) de reputação, ou seja, de reconhecimento pelos outros jogadores, o que estimula o usuário de SG a tentar ser “o melhor” dentre a sua rede social. Assim, poder “ver” como o outro está no jogo, é outro fator impulsionador dos SG.

 

* Social games são jogos casuais. Isso quer dizer que os SG são jogos simples! Eles possuem regras fáceis de entender e desprendem de um tempo de dedicação inferior a jogos hardcore. Desse modo, ninguém precisa passar horas do seu dia tentando entender como “passar de fase” ou como derrotar determinado inimigo. Isto facilita a adesão e a continuação do indivíduo no joguinho.

 

* Social games possuem fácil acesso. Não é necessário fazer download do jogo. Ele não é “pesado” (em comparação com outro jogos) e ainda pode ser jogado em diversos ambientes por meio de dispositivos móveis ou em qualquer outro lugar onde se tenha algum acesso à internet (como em intervalos do trabalho, em esperas de consultas ao dentista, etc.:P) . Além disso, o próprio mecanismo de compra de créditos para o jogo é fácil e rápido, o que estimula seus jogadores a comprarem elementos especiais no jogo com seu dinheiro real e também impulsiona ainda mais os lucros das empresas com estes joguinhos. Assim, jogar SG (e gastar dinheiro com eles) é algo fácil.

 

* Social games são jogados em turnos. Esta é outra característica que torna estes joguinhos viciantes. As pessoas jogam até o momento em que sua “energia” acaba (ou seja, há um limite imposto pelo game que faz com que o usuário tenha que voltar mais tarde para concluir certas tarefas). Assim, os usuários têm um baixo tempo de dedicação ao jogo (em comparação a outro jogos), ocorrendo em turnos repetitivos ao longo do dia.

 

* Social games são desenvolvidos em plataformas sociais. Ou seja, são estes sites de redes sociais que permitiram o upgrade dos SG. Além deles promoverem a popularidade do jogo (pela grande quantidade de adeptos que possuem) e do próprio jogador (pela visibilidade que suas conquistas e o seu próprio jogo alcançam), os sites de redes sociais associam mecanismos de compartilhamento de informações com os SG potencializando ainda mais o seu alcance.

 

* Social games promovem a interação para além do próprio ambiente do jogo. Os gamers de SG publicam suas conquistas não apenas para amigos que realmente jogam o SG, mas para a toda a sua rede social.  Desse modo, o lugar do jogo é extrapolado para o site de redes sociais, para outros ambientes de rede (como blogs, microblogs…) e, até mesmo, para lugares offline (como quando algum usuário fala pessoalmente com outro solicitando “favores virtuais”). Isso pode parecer algo chato ou incomum (afinal, nem todos querem saber dos jogos). No entanto, dá resultados (vide o artigo que escrevi com a gabizago), pois aumenta a visibilidade do jogo e permite assim, com que o game tenha maior chance de conseguir novos adeptos.

 

* Social games possuem muita publicidade e propaganda, tanto pela empresa responsável, como pelo site que dá suporte e pelos próprios usuários. Em todo lugar na internet há propaganda e publicidade de SG. Este estudo mostra  que os SG atingem diversas outras plataformas de redes sociais ainda que não são caracterizadas para suportar os jogos (como o Twitter, o Youtube e os blogs). Assim, elas promovem a conversação e a publicidade em torno dos jogos. Isto, além de estimular o jogador (pois, de certo modo, é algo que está “na moda”), facilita a adesão de novos membros.

 

* Social games são formas de entretenimento. Parece óbvio quando se trata de um jogo, certo? 😛 Entretanto a junção desta característica com as outras já descritas torna o aplicativo ainda mais “atraente”. Eu me divirto jogando…Eu esqueço dos meus problemas, eu interajo e converso com meus amigos sobre outros assuntos supérfluos que permitem com que eu possa relaxar. Ao mesmo tempo, eles permitem “brincar” com formas identitárias, o que é extremamente interessante nestes jogos (inclusive é o tema da minha futura tese). 😛

 

* Social games demandam de estratégias. Ou seja: os SG estimulam as pessoas a pensarem, a organizarem sua “vida virtual” no jogo (eu calculo meus custos e benefícios em plantar morangos ao invés de abóboras, por exemplo). Do mesmo modo, os usuários percebem formas mais inteligentes de se ganhar dinheiro no jogo (vide aqui), o que além de interessante é mais uma forma de reputação, pois jogadores mostram suas competênias, o que estimula ainda mais a competição entre eles. Esta característica é outro elemento viciante dos SG.

 

* Social games possuem os mecanismos de recompensa ligados ao social. Para passar de determinadas fases, “evoluir” no jogo, ganhar determinados prêmios, é necessária a ajuda de meus amigos da rede social. Isso significa que eu preciso da presença de meus amigos no jogo, o que estimula o jogador a buscar e a incentivar novos adeptos para os SG. Esta, então, é mais uma estratégia fundamental que faz com que os SG ganhem, cada vez mais, novos integrantes.

 

* Social games despertam um senso de “obrigação” social em algumas pessoas, o que quer dizer que existem indivíduos quequando recebem presentes (ainda que virtuais) preocupam-se em retribuir. Do mesmo modo, quando seus amigos pedem sua ajuda, eles costumam responder ao apelo. Estas práticas também pode ser visualizadas como alavancadoras dos SG. O mecanismo de “solicitação de ajuda”, de envio de “presentinhos” aponta para mais uma forma de engajamento de novos membros aos SG. Novamente, verificamos a busca pela manutenção da reputação nestes casos (ainda que esteja diretamente vinculada a práticas sociais ligadas à moral, à cultura e à criação dos sujeitos).

 

* Social games não possuem um fim. Esta é outra característica que prende os jogadores de uma forma surpreendente. Apesar de muitos usuários de SG já terem relatado (em algumas de minhas pesquisas anteriores) que jogam com a intenção de chegar, um dia, ao final do jogo, a maior parte deles têm a plena consciência de que este “fim” não é dado a priori. Ainda que de forma subconsciente (ou mesmo consciente), as pessoas jogam com a intenção de finalizar tarefas, de concluir missões, o que parece trazer certo prazer não apenas pelas recompensas, como pelo sentimento de “dever cumprido”.

 

* Social games inovam constantemente. Como sabemos, os social games possuem uma vida curta (de um modo geral), ou seja, os SG iniciam com toda força e depois de um certo tempo as pessoas acabam “enjoando” do joguinho. Isso faz com que a empresa se dedique a disponibilizar, constantemente, itens novos, criativos e atrativos para os seus usuários ou, como o caso da Zynga, produzam “novos” jogos (ao menos com temáticas diferentes – vide o FarmVille, o FrontierVille e o CityVille).

 

…Enfim, aí estão algumas características dos SG que, ao meu ver, impulsionam estes aplicativos tanto para produzirem lucros para as suas empresas, como na adesão de novos adeptos, fortalecendo o seu sucesso tanto no mercado virtual como na inserção no cotidiano das pessoas.

80 Infográficos de Games e Jogos Casuais

20 Jul

Eu estava coletando informações para dar uma contextualização para o objeto empírico da minha tese (os social games) e comecei a buscar dados quantitativos destes joguinhos. No meio do caminho, deparei-me com diversos infográficos.

Além de coloridos, divertidos e super didáticos, eles mostram dados interessantes, o que faz com que eles sejam “a menina dos olhos” de muitos caçadores de informações rápidas, objetivas e “atrativas”.

A partir disso, resolvi pegar vários infográficos relacionados a games em geral (como jogos de video game, empresas de game, plataformas de games e os próprios “joguinhos sociais”)  e colocá-los aqui no blog. Nem todos são legais (com alguma informação realmente interessante ou com dados que provenham de bases realmente confiáveis), mas penso que isso funcionará não apenas como uma pré-coleta de dados para a minha tese, como também fornecerá um panorama geral deste campo.

…Assim, compartilho a informação! 🙂

1. Social gaming by the numbers (2011)

2. Social gaming by the numbers (2011 – mais recente)

3. Social games, $$ and audiences (2011)

4. A história dos social games (2011)

5. Zynga: Path to IPO (2011)

6. Social gaming: the good, the bad, and the ugly (2011)

7. Why gaming is a positive element in life (2011)

8. Ravenwooh Fair – infographic (2011)

9. The growing popularity of online games (2011)

10. The Facebook economy (2011)

11. Adding play into the enterprise (2011)

12. The history og board games (2011)

13. Playfish in numbers (2011)

14. Social games monetization – by user segment (2011)

15. Social games monetization – by geographic region (2011)

16. A world map of video games villains (2011)

17. The biggest tech IPOs of 2011, Zynga, LinkedIn and more (2011)

18. Video game industry statistics (2011)

19. Peak Games’ Playground (2011)

20. Infographic – Monopoly (2011)

21. The Monopoly Millionaires (2011)

22. The future of social engagement (2011)

23. Mobile Marketing (2011)

24. The Cost of the Playstation network shutdown (2011)

25. Call of Duty infographic (2011)

26. Playing games as a way of social interaction (2011)

27. What if Facebook were a city (2011)

28. How social are mobile gamers? (2011)

29. Active gamers in US (2011)

30. The Likability Of Angry Birds (2011)

31. Father’s Day Gameplay: by the numbers (2011)

32. Active gamers in the UK (2011)

33. The online gaming industry is worth over (2011)

34. Stats and information about the social gaming (2011)

35. Games vs Hollywood (2011)

36. Videogame estatísticas (2011)

37. The fascinating facts of online bingo (2011)

38. What is Farmville? (2011)

39. O tamanho da indústria dos games (2011)

40. The Fastest Growing Social Platform for Gamers (2011)

41. Some Games Stats that may surprise you (2011) – parte 1

Some Games Stats that may surprise you – parte 2

42. Stardoll – 100 million teens (2011)

43. Farmville vs. real farms (2010)

44. O império dos joguinhos online (2010)

45. Facebook game statistics (2010)

46. The branches of online gaming (2010)

47. The economics of the Farmville (2010)

48. How do I win rock, paper, scissors every time? (2010)

49. Poker: skill or luck? (2010)

50.  The rice of social gaming & Zynga (2010)

51. The evolution of video games (2010)

52. Facebook vs IPhone vs Android (2010)

53. The state of social gaming (2010)

54. What’s my motivation? (2010)

55. Video game movies by the numbers (2010)

56. Video game statistics (2010)

57. Playstation Home: the evolution (2010)

58. The top 25 hottest mobile game developers/publishers (2010)

59. 14 facts about handheld gaming (2010)

60. How good video games become bad movies (2010)

61. Addicted to video games (2010)

62. Facebook vs Zynga (2010)

63. We Rule – infographic (2010)

64. The world of Zynga (2010)

65. Social game spending behavior (2010)

66. Fundamentals of social game  (2010)

67. The Used Video Games Market (2010)

68. Starcraft in South Koreans (2010)

69. Nintendo infographic (2010)

70. World of Warcraft infographic (2010)

71. Growing up with PlayStation (2010)

72. Pocket Frogs infographic (2010)

73. The Rise of Mobile Game (2010)

74. The Evolution of Video Game Controller (2010)

75. The Evolutuion of Video Game Genres (2010)

76. What you didn’t know about Nintendo (2010)

77. Video Game Timeline (2009)

78. Spotlight on Online Game (2009)

79. The Marvel Universe Infographic (2009)

80. The Convergence of Film and Gaming (2008)

Os social games em números

3 Mar

Os social games (SG) continuam em alta e continuam contribuindo para o sucesso dos sites de redes sociais que vinculam estes jogos ao seu sistema.

Recentemente o site  Get satisfaction divulgou um infográfico bem interessante que mostra como os SG estão moldando a indústria dos jogos e do entretenimento. Nota-se que a questão de gênero nos SG em sites de redes sociais parece estar se igualando (diferente do início, onde dados apontavam para uma maioria feminina). Outra questão bem legal é a parte que mostra as contribuições que empresas e jogos fornecem para bens sociais. O infográfico mostra outras coisas bem interessantes. 🙂 Vale a pena conferir.

Social Games do Facebook

29 Oct

Hoje eu estava pensando sobre os Social Games (SG) e a sua expansão no mundo virtual para preparar uma palestra que vou dar em Caxias do Sul -RS. Então, comecei a pesquisar em diversos lugares virtuais e encontrei algumas estatísticas no blog All Facebook sobre os joguinhos sociais. Apesar das informações serem “antigas” (setembro), fiquei impressionada com os dados, principalmente por dois motivos:

1. É surpreendente como esse universo tem crescido nos sites de redes sociais;

2. É apavorante como eu terei que delimitar e especificar meu objeto de estudo (mesmo em um único site de redes sociais – o Facebook) para conseguir terminar a tese em 2013. 😛

Fora isso, é interessante saber que a maior parte dos jogadores são mulheres (69%),  que mais de 50% dos usuários do Facebook jogam SG e que gastamos coletivamente 927 milhões de horas por mês jogando. :O

Jogos interessantes do Facebook

20 Oct

Ainda na fase de pesquisa exploratória da minha futura tese, estou “bisbilhotando” diversos joguinhos sociais no site de redes sociais do Facebook. É incrível como esses joguinhos fazem sucesso com uma rapidez incomparável (fruto da característica de rápida difusão de informações das redes sociais na Internet), o que dificulta a minha árdua tarefa de mapear estes Social Games.

Recentemente, conheci mais alguns jogos do Facebook ainda em versão beta. Alguns já existiam desde agosto desse ano, porém para mim, ainda eram desconhecidos. Aí vão os que achei mais tri. 🙂

  1. CSI: Crime City – é um jogo onde você é um agente da CSI e busca desvendar crimes (a partir de provas que ficam escondidas na cena do crime). Para isso, é necessário que você tenha um laboratório CSI bem equipado e bastante energia para gastar. 😛 O jogo é da Ubisoft.
  2. Instant Jam: esse jogo lembra o Guitar Hero (sim, seria um Guitar Hero para o Facebook :P). É um jogo musical da InstantAction. Para quem gosta, vale a pena conferir.
  3. Ravenwood Fair: (criado pelo famoso John Romero – o cara que fez o Wolfenstein 3D e o Doom): é um jogo em que você é um simpático bichinho que está criando uma feira de diversões em uma assustadora floresta. Como o Frontierville, você tem que ter dinheiro, energia e criatividade para montar o seu mundo na floresta. 🙂 É da empresa LOLapps.